Estratégia com assinatura de Filipe Luís
A leitura de jogo do treinador foi clara: mesmo com oito desfalques, ele ajustou o posicionamento de Arrascaeta, centralizou Bruno Henrique e Pedro, e apostou na intensidade para suportar a pressão inicial. A entrada de Viña e Wallace Yan no segundo tempo foi cirúrgica — e mudou o rumo da partida.
“Confesso que não esperava ele (Viña) entrar desse jeito depois de 10 meses, de acabar com o jogo”, admitiu Filipe Luís.
Atuação dos jogadores-chave
Rossi, Léo Ortiz, Viña, Jorginho, Arrascaeta, Bruno Henrique e Pedro como essenciais — e esse jogo reforça a seguinte visão. Rossi fez uma defesa espetacular no primeiro tempo, Arrascaeta foi o maestro da transição ofensiva, e Viña, recém-recuperado de lesão, foi decisivo na jogada do segundo gol.
Jorginho também brilhou na marcação, mostrando que sua presença na sobra é mais que útil: é estratégica. Pedro, embora ainda oscilando, voltou a ser titular e contribuiu para manter o time intenso.
Volume e evolução tática
O Flamengo saiu de quatro finalizações no primeiro tempo para 14 ao fim do jogo. A virada não foi apenas emocional — foi construída com inteligência, pressão e ajustes táticos. A equipe sufocou o Bragantino no segundo tempo, algo que nenhum outro time havia conseguido fazer naquele estádio em 29 anos.
Diretoria e futuro
Talvez esse jogo seja um alerta. Com Wesley prestes a sair para a Roma, o clube precisa agir rápido para manter o ritmo de evolução. A atuação coletiva mostrou que há potencial, mas também que o elenco precisa de reforços pontuais.
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