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| Velasco comandando treino físico no CT do Flamengo (Foto: Fred Gomes) |
FONTE GLOBO ESPORTE:
Por Fred Gomes, Rio de Janeiro
Tranquilo (Descansar)! Listo (pronto)! Ahora (Agora)! Arriba, arriba, arriba (sobe)!!!
Com muita animação, o preparador físico Carlos Eduardo Velasco roubou a cena em treinamento no Ninho do Urubu. Após coletivo que envolveu atletas que não iniciaram o empate com o Botafogo (0 a 0), Velasco comandou trabalho físico com bola.
Mostrando conhecimento sobre o grupo a ponto de chamar pelo nome até os mais jovens, como Matheus Savio, por exemplo, gritava muito. Tanta eletricidade arrancou risos de boa parte do grupo.
Incentivo não faltou. Elogiou o camisa 21 com gritos de "Buena, Pará". "Vamos, Gabriel", "Vamos, Savio" e "Arriba, Vinicius" foram outros comandos escutados. Foram cerca de 15 minutos em que aliaram bola e trabalho físico.
Na atividade anterior, o coletivo, a imprensa entrou quase uma hora após início do treino. No período aberto aos jornalistas, Mancuello marcou para o time com colete. O grupo que atuou na equipe titular diante do Botafogo não foi ao gramado, trabalhando na academia do CT.
Após o treinamento, Willian Arão concedeu entrevista coletiva. Ele comentou o estilo de trabalho intenso do novo preparador físico do clube. O volante disse já ter trabalhado com profissionais de metodologia parecida anteriormente.
- É um jeito diferente, eles têm que se adaptar ao nosso estilo, nós temos que nos adaptar a eles. (...) Já trabalhei com o próprio Fábio Mahseredjian, no Corinthians. O Anderson Paixão, que infelizmente faleceu no acidente com a Chape, era um preparador físico que cobrava muito. Me ajudaram muito. É diferente, mas a gente não está acostumado com esse tipo de cobrança, esse tipo de intensidade. O professor Daniel também nos cobrava intensidade, mas agora são métodos diferentes, e estamos nos conhecendo - disse Arão.
O "professor Daniel" ao qual Arão faz referência é Daniel Gonçalves, chefe da preparação física do Flamengo antes da mudança de Zé Ricardo por Reinaldo Rueda. Com a chegada do colombiano e sua comissão, Daniel voltou ao cargo que assumiu em sua chegada à Gávea: coordenador científico.

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